Aos 60 anos, com a asma tornando as subidas cada vez mais difíceis, Robert acreditava
que seus dias de caminhadas de longa distância haviam ficado para trás.
Então vieram seis dias na West Highland Way, na Escócia — e o Hypershell mudou tudo.
Quando seu corpo diz não, mas seu espírito diz sim
Robert McComb, natural da Escócia, já havia percorrido a West Highland Way antes —
todos os 154 km extenuantes de Milngavie a Fort William.
Mas, desta vez, parecia diferente.
Aos 60 anos, com a asma tornando as subidas íngremes cada vez mais desafiadoras,
ele se perguntava se aquela seria sua última grande travessia.
A West Highland Way não é uma trilha para decisões impulsivas.
Primeira rota oficial de longa distância da Escócia, ela atravessa florestas antigas,
as margens do Loch Lomond, a vastidão de Rannoch Moor e os vales dramáticos de Glencoe,
terminando aos pés de Ben Nevis, a montanha mais alta da Grã-Bretanha.
O terreno muda constantemente — de caminhos suaves a campos de rochas,
de áreas pantanosas a passagens íngremes.
O clima pode se tornar brutal sem aviso,
e muitos subestimam o quão punitivos esses 154 km realmente são.
“Eu estava praticamente desistindo de caminhadas de longa distância”,
admite Robert. “Achei que isso não fosse mais possível para mim.”
Isso foi antes do Hypershell.
Perfil de elevação © West Highland Way
Dia Um: um choque de realidade
O primeiro dia quase o derrotou.
Foram 32 km em terreno misto, carregando equipamentos de câmera e um drone.
Robert cometeu um erro que se tornaria uma lição valiosa.
“Levei apenas duas baterias.
Aos 30 km, no topo de Conic Hill, a energia acabou.
De repente, senti todo o peso da mochila novamente.
Minhas pernas viraram gelatina.”
Conic Hill, com vista para o Loch Lomond,
foi o ponto onde a trilha revelou seu verdadeiro caráter —
e onde Robert aprendeu a importância da preparação correta.
Encontrando o ponto ideal
Com três baterias e alguns ajustes,
Robert encontrou sua configuração perfeita:
modo Eco a 45%.
“Testei tudo — 35%, 55%, até 15% nos trechos planos.
Mas o Eco 45% foi mágico.
Passei por inundações, campos de rochas e subidas brutais
sem superaquecimento. Nem uma vez.”
Com esse ajuste, ele percorreu uma média de 32 km por dia
— e ainda terminava cada etapa com energia de sobra.
Abastecendo a máquina
Robert logo percebeu que, mesmo com assistência robótica,
nutrição e hidratação continuavam sendo essenciais.
“Não é um milagre.
Você precisa fornecer combustível para o Hypershell trabalhar bem.
Sempre que comia algo rico em proteína,
minha energia voltava rapidamente.”
Ele perdeu peso ao longo dos 160 km
e aprendeu que o ganho de força precisa ser acompanhado
por atenção às calorias em travessias extremas.
Quando o impossível se torna rotina
No segundo dia, algo mudou.
As pernas cansadas desapareceram.
O corpo se adaptou.
“Comecei a ansiar pelas colinas.
Enquanto outros sofriam,
eu simplesmente avançava.
As pessoas não acreditavam que eu não precisava parar.”
O auge veio no quinto dia,
no trecho de 33 km entre Rannoch Moor e Glencoe,
incluindo a temida Devil’s Staircase.
“Mesmo sob chuva,
o Hypershell sabia quando reduzir o suporte
ao escalar rochas e troncos.
É um milagre da engenharia.”
Um bônus inesperado
Para alguém que convive com asma,
Robert percebeu algo surpreendente:
“Nem preciso mais do inalador.
Nos últimos dois anos usando o Hypershell,
simplesmente não precisei.
Foi um benefício inesperado.”
A visão geral
Ao chegar a Fort William,
com Ben Nevis ao fundo,
Robert tocou no Hypershell e disse:
“Bom trabalho”.
O equipamento nunca falhou,
nunca superaqueceu
e nunca o deixou na mão.
“O impossível agora é possível.
Por que desistir das coisas que você ama
só porque seu corpo falha?
Com o Hypershell, ele não precisa falhar.”
O que vem a seguir
Em 2026, Robert planeja caminhar cerca de 1.000 km
pelo Caminho de Santiago,
de Saint-Jean-Pied-de-Port até Finisterra.
Desta vez, com os modelos Carbon e Ultra.
Para quem ainda tem dúvidas
“Não tema a tecnologia que te devolve a vida.
Se sua força não é mais a mesma,
esta é uma forma incrível de continuar indo às montanhas.”
Aos 60 anos, Robert não desacelerou.
Ele acelerou.
O impossível acabou de se tornar rotina.
Robert completou a West Highland Way usando o Hypershell X Carbon
no modo Eco 45%, com média de 11 km por bateria.
Sua história mostra como a tecnologia certa transforma limites
em novos pontos de partida.





